domingo, 21 de novembro de 2010

Medidas de austeridade

Para que seja o estado a servir os cidadãos e não os cidadãos a servir o estado, estas sao as propostas da U.R.L. para o estado autónomo da Lusitânia:

 - Escolaridade obrigatória, curso superior ou curso profissional;

 - Todos os cidadãos ate 30 anos serão obrigados a voltar à escola, caso não possuam um curso superior ou curso profissional, o estado compromete-se a pagar o vencimento mínimo por lei, com a condição de obrigatoriamente concluirem todos os anos sem reprovar e todo o material escolar ser entregue no final do ano lectivo em bom estado. Obrigatoriamente terão que prestar serviços ao estado no mínimo de 16 horas por semana. Todos os encargos desde a pré-escola  ate à conclusão do ensino superior ou curso profissional serão suportados pelo estado;

 - Todo o cidadão receberá nunca menos de 400€ por cada filho até este compreender uma idade de 16 anos;

 - Todos os cidadãos que perderem o emprego serão postos ao serviço do estado de acordo com as funções que tenham exercido sendo pago em 80% do vencimento anterior ate ser encontrado um novo emprego para o cidadão. Todo o cidadao terá que obrigatoriamente ter uma função em uma qualquer empresa ou ficará obrigado a prestar serviços ao estado;

 -  Todos os condenados a pena de prisao serão obrigados a prestar serviço ao estado;

 - Todo o cidadão ficará obrigado a pagar um seguro de saúde nacional mensal nunca inferior a 50€ que lhe permite usufruir gratuitamente de todos os serviços de saúde;

 - O ordenado mínimo será de 1200€  as pensões de reforma serão de 1000€ sem distinção todos receberão o mesmo desde o menos assalariado ao mais assalariado  será sempre o mesmo valor;

 - Todo o parqueamento na via publica será pago pelos utilizadores, todas as cidades terão redes de metro comboio autocarro comparticipados pelo estado;

 - Será aplicada uma taxa de serviço pela recolha do lixo mensalmente, todos serão obrigados a reciclar ou serão punidos por isso, serão escolhidos diferentes dias para recolher os diferentes tipo de lixo, cada cidadão terá que levantar 3 caixotes do lixo na sua autarquia com cores indentificativas  para os diferentes lixos e no dia correcto colocalo a sua porta; não serão permitidos caixotes do lixo na via pública excepto os dias de recolha;

 - Todas as viaturas que tenham por destino serem utilizadas profissionalmente não serão tributadas pelo estado;

 - Todos os terrenos agrícolas com mais de 1 ha terão obrigatoriamente que ser explorados caso o proprietário assim não o deseje o estado passará à sua exploração; 

 - O estado terá que ter capacidade para desenvolver e produzir os seus próprios veículos, sejam pesados ou ligeiros, para abastecer forças armadas, organismos de segurança pública, câmaras municipais, hospitais, bombeiros, todo o aparelho de estado existente;

 - Todos os produtos destinados ao consumo diário do cidadão terão que ser obrigatoriamente produzidos na Lusitânia; 

 - Todo o cidadão que mostrar capacidade e demonstre vontade para empreender um negócio o estado reembolsará a 100% todas as despesas necessárias para a laboração do negócio com a obrigatoriedade de ser colocado um funcionário do estado na direcção da empresa constituída até a conclusão do pagamento do empréstimo concedido pelo estado que não terá qualquer taxa de juro.

A U.R.L. compromete-se a implementar todas estas medidas, só desta forma poderemos ter um crescimento sustentado apostando mais nos nossos produtos e nos nossos cidadãos, o estado não pode fazer riqueza através de taxação de impostos e mais impostos, caça à multa e corrupção interna. Nós apostamos numa politica transparente onde o principal membro do estado é o cidadão que terá participação activa no governo.

domingo, 14 de novembro de 2010

Proposta da U.R.L

A nossa imediata disponibilidade para iniciar o diálogo com o Governo central português e/ou os seus representantes, impõe apenas uma condição, essa condição baseia-se no pressuposto de que o Governo em nome do Estado português, se compromete a avançar e a cumprir com uma calendarização que inclui os seguintes pontos:

1- Reconhecimento oficial por parte do Governo e do Estado português para a existência de facto do povo nativo Lusitano.

2- Regionalização de todo o país, com o restabelecimento das antigas regiões histórico-culturais que representam as comunidades étnicas em todo o território nacional.

3- Criação oficial de uma Região Autónoma da Lusitânia no nosso solar das Beiras. A sua subdivisão em 2 províncias (Beira Alta, Beira Baixa,). Subdivisão das províncias em 4 cantões. Estabelecimento da capital regional Lusitana em Castelo Branco, a sede do Governo Regional na Guarda, e a Assembleia Regional em Viseu. Criação do cargo de presidente da Região Autonoma Lusitana.

4- Reconhecimento dos símbolos sócio-culturais identificativos da nossa nação ,como o são a bandeira, o escudo, o selo, o hino e a língua reconstruída.

5- Criação de Assembleias Regionais e de Governos regionais livremente eleitos pelas populações nativas e residentes dessas regiões.

6- Restauração dos antigos concelhos em todo o país, cerca de 700, extintos no passado pelos Governos centrais da elite portuguesa contra a vontade das respectivas populações. E criação de uma lei que permita que todas as povoações com mais de 1000 habitantes sejam elevadas à categoria de cidade e todas as que tenham mais de 5000 habitantes sejam elevadas a concelho, todas as povoações com menos de 500 habitantes serão consideradas como freguesias, assim estas livremente o desejarem.

7- Revogação total do artigo 9º da Lei Orgânica nº2/2003 de 22 de Agosto sobre o carácter dos Partidos Políticos, pois trata-se de facto de uma lei anti-democrática e fascista, e sua substituição ou criação de uma nova lei que permita a legalização de partidos regionais e locais (com um número compatível de assinaturas, uma centena de cidadãos é perfeitamente razoável), que expressem a diversidade sócio-regional do país, de modo a que possam concorrer aos actos eleitorais a efectuar nas suas regiões ou autarquias.

8- Convocação dentro de um prazo máximo de vinte anos (após a realização das primeiras eleições regionais livres) de um Referendo a efectuar na futura Região da Lusitânia, de modo a que o povo Lusitano possa escolher entre a independência total (ou separação de Portugal) por um lado, e por outro optar pela sua integração (com elevado grau de autonomia política) dentro da República Portuguesa.

9- Desmantelamento de todos os quartéis e bases militares ainda existentes na região centro do país, assim como a retirada total da GNR que são vistas como forças repressivas e de ocupação contra alvos civis, e a sua substituição por agentes dos quadros locais da PSP e por uma polícia regional a criar pelo futuro governo regional Lusitano. Num país que se pretende democrático não se justifica a existência de uma força para-militar como a GNR que tenha por alvo populações civis desarmadas, não queremos que se repita o vergonhoso e cobarde massacre de Colmeal, contra o povo nativo Lusitano.

10- Criação de um tribunal ético com jurado popular na Lusitânia e em todas as outras regiões do país, de modo a que se condene a pena de prisão efectiva a todos os políticos corruptos, gestores criminosos e empresários ladrões. Esta é a única forma da democracia portuguesa respeitar os seus cidadãos e recuperar a sua credibilidade e a confiança da grande maioria da população nativa do país.

Só a aceitação prévia por parte do Governo português em discutir todos estes dez pontos fundamentais levará a U.R.L. à mesa de negociações com os representantes do Estado português.Em nome do povo nativo Lusitano cede e compromete-se a respeitar a integração da Nação Lusitana ou da futura Região Autónoma da Lusitânia dentro da República Portuguesa nas próximas décadas (20 anos até à realização dum segundo referendo, período de tempo também a negociar entre as partes interessadas), se for essa de facto a vontade expressa pelo povo nativo Lusitano em Referendo livremente realizado pelos Lusitanos na nossa região.


Apela-se portanto, à boa-vontade, à flexibilidade, à tolerância e responsabilidade governativa do Governo português para com os povos de Portugal. Se o Governo não tem capacidade ou coragem para escutar as populações, nem gente capaz e vontade política de avançar com o processo de regionalização do país, pois nós temos, e se necessário, de forma a dar o nosso melhor contributo ao país e às regiões abandonadas pelo poder central, daremos lições gratuitas de democracia directa aos próprios governantes se tal nos for pedido. Aguardamos uma resposta condizente com a nossa proposta de negociações directas com o Governo e os representantes do Estado português. Muitos homens e mulheres, cidadãos honestos de Portugal querem a mudança real, querem uma nova reforma administrativa de base de acordo com a realidade histórico-cultural do país e não com jogos de interesses administrativamente obscuros e lesivos aos interesses das populações locais. Haja coragem em avançarmos sem trair as nossas raízes numa sociedade plural que se pretende multi-cultural. Pelo bem dos povos de Portugal, pela liberdade da Lusitânia.

Para que os lusitanos não tenham que pagar por politicas erradas, infraestruturas que em nada nos servem, comboios de alta velocidade que em nada nos servem, aeroportos que em nada nos servem, pontes que em nada nos servem, governos que em nada nos servem, só nos empobrecem mais. Apelo a união dos lusitanos para que não continuemos na mão de governos que pensam que Portugal é Lisboa, Porto, Algarve e Bruxelas a nossa autonomia é urgente e já devia ter sido feita há mais tempo. Tenhamos a coragem de fazer algo por nós próprios, pela liberdade dos lusitanos.

sábado, 13 de novembro de 2010

Vontade da alma lusitana

O nosso povo há pelo menos 300 anos a.c. emigrou para as terras lusas devido a um melhor clima. Nós somos oriundos dos Turdúlos (actuais Alpes Suiços) e cruzámo-nos com os povos celtas (hoje em dia Irlanda) e assim nasce a raça lusa única no mundo. 

O nosso povo sempre foi reconhecido pela valentia, coragem e determinação, ou não fosse Viriato lusitano.  Nós fomos a última povoação a tombar perante o império romano, daí ter nascido o grande engano acerca do povo lusitano, porque os romanos quando finalmente nos conseguiram derrotar, em honra ao povo lusitano, chamou de Lusitania a todo o Portugal. Daí depois todos os portugueses se aclamarem de lusitanos quando na realidade não o são, nem eles nem o resto do mundo, pois somos portadores de 2 genes únicos apenas existentes nos puros lusitanos que somos nós o povo das Beiras (distritos de Castelo Branco, Guarda e Viseu) pois na realidade não somos latinos como muitos nos chamam nem árabes nem portugueses, esses genes não habitam em nós daí não nos identificarmos com o resto dos portugueses nem eles connosco. 

Passo a explicar, na zona norte do país existem os calaicos descendentes dos germanicos, no litoral existem os cónios aliados dos romanos na altura contra a Lusitania, existem também portugueses e os chamados mistos descendentes de mouros árabes e judeus. A grande Lisboa é povoada por portugueses que são a alta elite de portugal, todo o território de Lisboa para baixo até Beja é povoado por mistos, de Beja para baixo até ao Algarve existem os conios, à excepção de Portimão e Faro onde predominam os portugueses. 

Por isso acho que não vale a pena insistirmos na ideia de um Portugal, na realidade existe uma cidadania portuguesa, não um povo português daí Portugal não avançar, pois somos todos diferentes e não nos entendemos, até nos discriminamos uns aos outros, é simples todos nós somos de diferentes povos, a grande diferença e que a Lusitania existiu como estado e povo lusitano ao contrario de todas as outras descendências no território que nunca formaram qualquer tipo de estado ou cultura. Os únicos que prevaleceram foram os portugueses que anexaram todo o território juntamente com a Lusitania tendo enganado os lusitanos dizendo-lhes que todos eram lusitanos mas na realidade não é assim, nós os lusitanos somos diferentes, não nos identificamos com o chamado portugal.

Em 2007 foi feito um rastreio em Portugal para identificar as etnias ainda existentes, foi descoberto que nas beiras a povoação mantém-se 100% pura, nunca nos misturámos com o resto das etnias existentes no território, ou seja, o nosso povo mantém-se ainda hoje como há 2310 anos atrás. Os lusitanos continuam puros, nós temos uma cultura que já quase esquecemos, temos um território nosso por direito. Penso que a nossa união em torno desta causa é inevitável, penso que temos direito e mais que direito em lutar pelo menos por um estado autónomo nosso, com cultura politica e estandarte nossos, que defenda os nossos ideais, cultura e interesses, que una o nosso povo para um futuro melhor para nós e para os nossos filhos. Eu pelo menos não quero mais compactuar com portugueses árabes, mouros, judeus e germânicos, estou preparado para abdicar de 500 anos de historia de Portugal para criar o primeiro dia da história da Lusitânia. 

Todos juntos, os lusitanos, conseguiremos um verdadeiro estado de direito com igualdade acima de tudo, melhores salários, melhor politica, melhor educação e acima de tudo uma paz de consciencia. Só nós nos entendemos uns aos outros, vale a pena lutar pela Lusitânia.